Mudanças para 2018: Soluções de Problemas


Solucionar problemas não é apenas ir e resolver algo. Ser proativo sem foco, direcionamento ou estratégia é apenas ser motivado de um modo perigoso para a vida pessoal bem como para as organizações. E aqui reside o maior risco para os brasileiros que levam o título de executores em muito maior escala do que de planejadores. Segundo pesquisas da Mckinsey, o nacional tem a tendência de ser 96% executador, adotando a postura do pediu para fazer, vou lá e faço.

Contudo, esquecem das estratégias, deixam que o ímpeto em resolver um problema sobrepuje o planejamento estratégico, a análise de dados, a observação do tempo para se entregar uma resposta ou transformando tudo em demanda urgente ou sempre pedindo mais prazo para realização de algo. E as explicações? O excesso de reuniões, os desmandos hierárquicos, a mudança frequente de rota sem explicação, os porquês não claros, os comos atropeladores, entre outras falas bastante reais. Se você que está lendo, enquadra sua organização nesta descrição e, tomando que as inúmeras pessoas que leem trabalham em instituições diversas, o problema maior, então, não reside na empresa em que atuamos; mas sim na cultura brasileira. O perfil crítico e de análise não é uma construção típica da cultura brasileira haja vista que os 50 anos em 5 de JK ainda não saíram do papel. Daí explica-se o retrabalho, a invenção das horas-extra, o stress crescente, a denominação – de que muitos se orgulham – colaborador multitarefas. E o verdadeiro X da questão onde está?

Na atitude diante de uma situação a ser resolvida. É preciso modificar o modo de agir e, para isso, é necessário atuar sobre o comportamento trabalhando competências como solução de problemas e tomada de decisão e todas as suas ferramentas aplicáveis. Contudo, não basta um treinamento pontual se o sistema insistir em permanecer adoecido. A mudança tem que ser top down e bottons up para ser eficaz. Que organização está disposta a agir sobre as competências de todos os seus? Apenas aquelas em que o RH é, de fato, estratégico e as pessoas estão preocupadas com os resultados organizacionais que irão incidir sobre sua recompensa tangível de méritos. Caso o contrário, teremos ainda muito chão a percorrer até chegarmos, como canta a música do sertanejo atual, na sola da bota da Alemanha, para ficar apenas neste exemplo.

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