Qualidade de Vida (Parte 01)

Humanizando relacionamentos no ambiente corporativo: crises pessoais


Os ambientes corporativos trabalham com competitividade o que é sabido em tempos em que os oceanos não são mais azuis. Seus colaboradores são convidados a sair fora da caixa e serem criativos, inovadores; trazendo soluções novas e emergenciais para os desafios diários que garantem às organizações a permanência no mercado. E este é um ciclo constantemente renovável uma vez que parar significa perder market share e deixar que os concorrentes se beneficiem da lacuna aberta. Nenhuma empresa deseja este cenário. Ao mesmo tempo, os colaboradores que se empenham em manter esta engrenagem funcionando estão sujeitos às demandas emergentes, ao estresse, à ansiedade, à auto cobrança, às próprias crises pessoais. Mas as organizações estão preocupadas com os problemas dos seus funcionários? Sim, haja vista que são pessoas que fazem a sistêmica corporativa funcionar e atingir os resultados necessários à saúde corporativa. Contudo, há roteiros que podem ser seguidos para que as pessoas sejam atendidas em suas necessidades e continuem agregando valor nas suas entregas. Comecemos com o que deve ser feito pelos líderes segundo Carolyn O´Hara para HBR:

  • Defina um tom de compaixão no escritório. Isso não só dará confiança aos funcionários para abordá-los com dificuldades, mas também lhe dará a capacidade de identificar sinais de alerta.

  • Seja criativo com soluções. Um horário flexível pode permitir que uma pessoa mantenha sua produção sem muita interrupção.

  • Check-in de tempos em tempos, tanto para tranquilizar o funcionário quanto para garantir que não sejam necessários ajustes ou acomodações adicionais.

E vale ressaltar o que não deve ser feito:

  • Agir mais como um terapeuta do que como um gerente. Seu coração pode estar no lugar certo, mas não se envolva nos problemas pessoais de seus funcionários.

  • Faça promessas que você não pode cumprir. Pesquise as políticas da sua empresa antes de oferecer uma folga ou arranjos alternativos de trabalho.

  • Tratar situações semelhantes entre os empregados de forma diferente. Os funcionários notarão – e se ressentir – a inconsistência.

Estes são alguns passos iniciais que podem fazer com que a humanidade resida nos ambientes corporativos colaborando com a qualidade de vida das pessoas que fazem com que os resultados sejam alcançados. Vale tratá-las como pessoas que verdadeiramente são.

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