Qualidade de Vida (Parte 05)

Humanizando relacionamentos no ambiente corporativo: Respeito


Continuando:

6. Veja o respeito como uma economia de tempo, não um desperdício de tempo.

Transmitir respeito não vem necessariamente à custa de tarefas críticas. Christine Porath chama a falta de tempo de uma “desculpa vazia”, ​​apontando que o respeito é em grande parte sobre como você faz o que já está fazendo. Jane Dutton concorda, sugerindo que o respeito devedor é melhor incorporado em nossas interações normais e pode ser tão simples como comunicar e ouvir de forma apreciativa, estar presente para os outros e afirmar o valor dos outros para a empresa. Ainda nervoso por perder tempo? As pequenas adições ao seu dia necessárias para transmitir respeito podem poupar-lhe quantidades substanciais de tempo. Porath mostra que negligenciar o respeito pode ser muito mais custoso do que atender a ele: lidar com as conseqüências do comportamento desrespeitoso, ela calcula, consome sete semanas por ano para líderes e executivos de empresas da Fortune 1000. O tempo e o esforço necessários para reconhecer o desempenho, saudar os outros ou manter uma porta pálida em comparação.


7. Saiba quando os esforços para transmitir respeito podem sair pela culatra.

Tentativas de demonstrar respeito podem causar mais danos do que benefícios se forem inconsistentes ou aleatórias. É provável que os funcionários percebam expressões vagas do RH ou dos líderes de alto nível que não são promulgadas no dia-a-dia pelos gerentes e colegas como manipuladores ou dissimulados. E se as pessoas forem particularmente respeitosas em algumas situações, mas não em outras - por exemplo, se um gerente oferecer elogios apenas na presença (ou ausência) de líderes seniores - suas palavras provavelmente serão consideradas insinceras. Finalmente, você deve se proteger contra o respeito conquistado que não é realmente merecido; não vai ressoar. Um funcionário da Televerde colocou desta forma: "Não é como se você quisesse elogios vazios constantes. Eu estou procurando dar-lhe um trabalho valioso". Porque os funcionários vêem a honestidade como uma das mais valiosas expressões de respeito, elogios insinceros, porém bem-intencionados, provavelmente serão contraproducentes.

Assim, podemos afirmar que encontrar as pessoas certas para os empregos corretos e coordenar as operações do dia-a-dia são deveres solenes de um gerente. Como a pesquisa de Kristie Rogers mostra as responsabilidades não terminam aí: os gerentes também devem construir um local de trabalho de respeito que permita que os funcionários - e, como resultado, suas empresas - se tornem as melhores versões possíveis de si mesmos. Vê-se que há a necessidade de palavras e ações respeitosas no ambiente corporativo para que haja a restituição de veracidade ao ciclo comportamental Ver-falar-comportar-se. As pessoas precisam que seus líderes sejam observados em atitudes respeitosas e que suas falas, seus diálogos, seus discursos traduzam o repeito concretizando-o em seus comportamentos. A partir destes cenários constroem-se pontes de confiança e credibilidade bem como referenciais dignos de serem seguidos, exemplos possíveis de impactarem pessoas para que elas possam ser uma melhor versão de si mesmas. Exatamente por isso, certamente, que Ram Charan colocou como base no Pipeline da Liderança conhecer a si próprio para que que todo líder pudesse identificar seus talentos bem como seus gaps e agisse para os corrigir, desta forma, impactariam suas equipes com a aitude mais cabível para a desenvolver, a fazer progredir. Aos líderes, que sejam pessoas melhores, aos liderados, que seus líderes lhes sejam, de fato, inspiradores.

(Fonte HBR, 07/2018)

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